Justiça determina que mulher acusada de matar a própria filha envenenada no interior de SP vá a júri popular
Elizabete Arrabaça diz que filha mais velha mentiu em depoimento que investiga morte de Nathália Garnica, em Pontal (SP) Reprodução/TJSP A Justiça de Ponta...
Elizabete Arrabaça diz que filha mais velha mentiu em depoimento que investiga morte de Nathália Garnica, em Pontal (SP) Reprodução/TJSP A Justiça de Pontal (SP) determinou nesta terça-feira (29) que Elizabete Arrabaça, acusada de matar por envenenamento a própria filha, Nathália Garnica, seja levada a júri popular. Segundo a acusação, o crime foi cometido em fevereiro de 2025. A ré responde por homicídio qualificado e fraude processual em concurso material. Na fase de instrução do processo, Elizabete jurou ser inocente. "Eu juro por Pai, Filho e Espírito Santo que eu sou inocente. Tudo isso é mentira. Eu sou inocente. Eu sou inocente. Com essa luz, eu quero que me cega se eu tiver mentindo". ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Morte por envenenamento Nathália Garnica morreu aos 42 anos, no dia 9 de fevereiro de 2025, em Pontal, onde morava. Um dia antes, Elizabete Arrabaça esteve com a filha na casa dela. À época, o boletim de ocorrência chegou a ser registrado como morte natural. Quando as investigações sobre a morte da cunhada, Larissa Rodrigues, começaram, um laudo toxicológico apontou que a professora tinha sido envenenada com chumbinho. Elizabete e Luiz Antônio Garnica, irmão de Nathália, foram presos no dia 6 de maio, por suspeita de participação na morte de Larissa. LEIA TAMBÉM Elizabete Arrabaça diz que filha mais velha mentiu em depoimento que investiga morte de Nathália Garnica: 'Eu sou inocente' À Justiça, mulher diz acreditar que irmã morreu envenenada pela própria mãe no interior de SP; VÍDEO Ré por morte da nora é denunciada pelo MP também por homicídio da filha envenenada no interior de SP Como o intervalo de tempo entre os dois casos era curto, a polícia passou a investigar também a morte de Nathália. No dia 23 de maio, o corpo dela foi exumado para ser analisado. No dia 17 de junho, o laudo toxicológico confirmou que Nathália também tinha morrido envenenada por chumbinho. Por conta da similaridade dos casos e também por ter sido a última pessoa a estar com as duas vítimas, Elizabete, que já era investigada pela morte da nora, Larissa, passou a ser investigada pela morte da filha, Nathália. *Esta notícia está em atualização. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região